Tecnologias na escola: ser ou não ser

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Tecnologias na escola: ser ou não ser

pontesalvadordalliNo último domingo (02/08/2015), ao assistir o Fantástico “show da vida”, pude acompanhar a matéria sobre o uso de tecnologias na escola, suas implicações e inferências, a fascinação que elas provocam na criança, tablets, smartphones, afinal, será bom ou ruim utilizar tecnologias no contexto escolar?

Entre as temáticas, recorrentes, sobre o limite de uso dessas tecnologias pelas crianças, sobre os pais conseguirem administrar a oferta dessas tecnologias com os filhos, sobre o posicionamento da escola ante essa realidade, a matéria apresentou experiências de escolas que aboliram as tecnologias nas práticas educativas, nessas escolas as crianças estão em modo offline.

Então, me pergunto, será essa a alternativa? Negar a tecnologia na escola? Mais uma vez, desconectar a escola do mundo real?

Pois sim, fora da escola, boa parte dessas crianças estão inundadas e imersas em um universo tecnológico que as cercam e estão presente em seu cotidiano familiar. Não seria então, mais benéfico, ensinar como utilizar essas tecnologias de forma positiva? Como podemos tirar proveito desse contexto tecnológico para o nosso bem? A escola não deveria ensinar sobre isso?

Mas, a escola se fecha em sua “pedagogia”, e se aliena diante a essa questão, tão urgente, e continua a “ensinar coisas” que nem sempre são interessantes para os alunos, que nem sempre tem significado real para as crianças. É a escola desconectada. 

Na escola, atividades manuais são importantes, tocar instrumentos, brincar também é importante, aliás, brincar é fundamental para o aprendizado, correr, pular corda, brincar de roda, amarelinha, são atividades lúdicas imprescindíveis, já pensou se uma escola abolisse tudo isso e o aprendizado fosse condicionado somente com o uso de tecnologias?

Já pensou????

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